Quem eu sou?
Sou Sibila Malfatti Mozer, neuropsicóloga e psicanalista, bióloga e filósofa graduada. Mestre em psicologia clínica e da saúde. Colunista do jornal Tribuna de Campos do Jordão. Atuo na área da psicologia há uma década.
Formações:
Pós-graduações:
Neuropsicologia;
Sexualidade;
Psicanálise;
Perinatalidade;
Comportamento Financeiro;
Terapia cognitivo comportamental;
Terapia ocupacional na saúde mental;
Psicologia do esporte;
Transtornos alimentares;
Obesidade e cirurgia bariátrica.
Cursos:
Terapia ABA;
Avaliação neuropsicológica;
Autismo;
Avaliação e intervenção/estimulação
cognitivo comportamental para idosos;
Arteterapia;
Aplicação de testes de personalidade
(palográfico, htp, WISC e mais);
Psicanálise pelo Fórum do Campo Lacaniano - SP.
Será que você ou seu parceiro conhecem o lado invisível da estrutura histriônica? 🧠
Quando se fala em Transtorno de Personalidade Histriônica (TPH), a literatura clássica e o senso comum costumam associar o quadro ao público feminino. No entanto, em homens, a busca pelo olhar do Outro assume contornos bem diferentes — o que frequentemente leva a mal-entendidos nos relacionamentos e a diagnósticos equivocados.
📌 Principais manifestações no público masculino:
• Máscara da Performance: A necessidade de atenção muitas vezes se mascara de vaidade ostensiva, comportamento hiper-sedutor, necessidade de ser o "centro das atenções" em rodas sociais ou busca por status.
• Sugestionabilidade: Por ter uma percepção de si dependente da aprovação externa, ele é facilmente influenciável por opiniões, modismos e figuras de autoridade.
• Afetividade Flutuante: Expressões emocionais que parecem intensas e teatrais, mas que oscilam rapidamente, dificultando a sustentação de vínculos profundos a longo prazo.
• Intimidade Superestimada: Tendência a interpretar relacionamentos recentes ou superficiais como extremamente íntimos e significativos.
⚠️ IMPORTANTE: O objetivo deste conteúdo não é rotular ou criticar. Por trás da necessidade constante de aprovação existe um Ego que luta contra a angústia de invisibilidade. Compreender a origem da dor é o primeiro passo para construir relações mais estáveis, maduras e seguras.
🩺 A psicoterapia de orientação psicanalítica oferece um espaço seguro para que a pessoa possa construir uma autoimagem sólida e não precise depender do aplauso contínuo para se sentir validada.
💬 Você já tinha reparado nessas características de forma sutil no dia a dia? Vamos conversar nos comentários! Não esqueça de salvar este vídeo e compartilhar com quem precisa ler isso hoje. 👇
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O Ghostface da Bienal e o fenômeno do Dark Romance nas redes 🎭💀
Filas gigantescas, interações sensuais e muita polêmica na Bienal do Livro com a presença de personagens mascarados. Mas o que faz tantas pessoas se sentirem atraídas por figuras que representam o perigo?
A psicanálise e a psicologia explicam que essa atração não é pelo crime em si, mas pela fantasia sob controle. Dá uma olhada no vídeo para entender a lógica por trás desse comportamento!
E você, o que pensa sobre essa moda do Dark Romance e dos mascarados? Fantasia inofensiva ou passou do ponto? Deixe sua opinião nos comentários! 👇✨
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Por que o público paga para ver o conteúdo erótico de alguém condenado por um dos crimes mais chocantes do país? A resposta não está no sexo em si, mas nos meandros do inconsciente. 🧠👇
Quando a cultura digital encontra a transgressão, acionamos dinamismos psíquicos profundos:
1️⃣ Voyeurismo Transgressor & Gozo (Lacan): A união entre Eros (erotismo) e Tânatos (a pulsão de morte) gera o gozo — um prazer paradoxal em olhar para o tabu extremo protegido pelo filtro da tela.
2️⃣ O Consumo do Abjeto (Kristeva): Aquilo que a moral repudia torna-se atração irresistível na economia da atenção, convertendo o grotesco em mercadoria.
3️⃣ Desmentido Psíquico (Verleugnung): A sátira e o deboche funcionam como defesa para anestesiar a gravidade do crime e desarmar a culpa inconsciente de quem consome.
4️⃣ Dessensibilização Digital: O ecossistema das redes achata tragédias reais, transformando violência, morte e tabus em entretenimento bidimensional e descartável.
5️⃣ Supereu Sadista: Ao pagar para sexualizar ou objetificar o criminoso, o espectador vivencia uma fantasia inconsciente de punição, dominação e superioridade moral.
O mercado do entretenimento adulto por assinatura não nos revela apenas os limites de quem produz esse conteúdo, mas aponta diretamente para o que a nossa cultura deseja consumir no anonimato.
💬 O que você pensa sobre essa espetacularização do tabu? Deixe sua opinião nos comentários!
📌 Se quiser ver a análise psicanalítica de outro tema da atualidade, comente aqui sua sugestão e me siga para acompanhar mais reflexões.
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Religião, limites e o julgamento social: o que a psicanálise nos ensina? 🧠✨
A mudança radical no conteúdo da influenciadora Nicole Louise e o desabafo de seu pai geraram um enorme debate na internet. Mas para além dos holofotes, o caso traz dois pontos fundamentais para refletirmos sobre a mente humana e as dinâmicas sociais:
1️⃣ O dogma como defesa psíquica: A adesão rígida a uma fé muitas vezes surge como um abrigo contra o desamparo. O problema é quando essa busca por certezas gera alienação e cisão — a divisão do mundo entre "o que é puro" e "o que deve ser cortado", levando ao isolamento de laços afetivos e familiares.
2️⃣ A desqualificação da raiva e dos limites femininos: É preciso lembrar que não sabemos o que acontece na intimidade da família envolvida e este debate vale de forma geral. Na nossa sociedade, quando uma mulher decide impor um limite drástico ou cortar um vínculo, sua decisão é rapidamente rotulada como "frieza", "manipulação" ou "loucura". A raiva e a autopreservação feminina ainda são socialmente invalidadas.
A psicanálise não existe para apontar culpados ou ditar regras, mas para nos lembrar que o isolamento dogmático raramente é sinal de cura — e que a verdadeira liberdade exige olhar para a própria história com autonomia.
💬 Qual a sua opinião sobre o equilíbrio entre fé, limites e autonomia? Vamos conversar nos comentários.
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A imagem real não compete com o exagero digital. 🦋
O conceito de estímulo supranormal ajuda a explicar por que nos sentimos constantemente insatisfeitos com a nossa própria aparência. Nas redes sociais, somos expostos diariamente a padrões inatingíveis — construídos com procedimentos, luzes, ângulos e edições — que fazem a vida real parecer "sem graça", apagada ou imperfeita.
Se a sua relação com o espelho tem sido pesada, repense o tipo de conteúdo que você consome. Diminuir o tempo de tela e exercitar o olhar para a realidade ao seu redor é um primeiro passo importante. E se a angústia com a sua autoimagem persistir, considere o acompanhamento profissional. O processo terapêutico oferece um espaço seguro e acolhedor para trabalhar a raiz dessa insatisfação e reconstruir o olhar sobre a sua própria singularidade.
Você tem sentido o impacto das redes na sua autoestima ultimamente? Comente aqui.👇
Parte 2: Como escolher o psicólogo certo, valores e bastidores da profissão. 💡👇
Continuando nossa conversa especial do Dia do Psicólogo! Na Parte 1 desmistificamos os medos de iniciar a terapia, e agora na Parte 2 vamos para as dúvidas práticas do processo:
💻 Terapia online x presencial: qual funciona melhor? 🔎 Como saber se encontrei o profissional certo para mim? 📚 O que são as "abordagens" e por que escolhi a Psicanálise (e o processo de desalienação); 👨⚕️ A diferença real entre o trabalho do psicólogo e do psiquiatra; 💼 A verdade sobre a variação de valores, supervisão e o trabalho invisível dos bastidores.
Feliz Dia do Psicólogo a todos os colegas que honram o sigilo, o estudo contínuo e a escuta ética todos os dias! ❤️
📲 Salve este vídeo para consultar depois e compartilhe com alguém que está pensando em começar a terapia este ano.
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