Quem eu sou?
Sou Sibila Malfatti Mozer, neuropsicóloga e psicanalista, bióloga e filósofa graduada. Mestre em psicologia clínica e da saúde. Colunista do jornal Tribuna de Campos do Jordão. Atuo na área da psicologia há uma década.
Formações:
Pós-graduações:
Neuropsicologia;
Sexualidade;
Psicanálise;
Perinatalidade;
Comportamento Financeiro;
Terapia cognitivo comportamental;
Terapia ocupacional na saúde mental;
Psicologia do esporte;
Transtornos alimentares;
Obesidade e cirurgia bariátrica.
Cursos:
Terapia ABA;
Avaliação neuropsicológica;
Autismo;
Avaliação e intervenção/estimulação
cognitivo comportamental para idosos;
Arteterapia;
Aplicação de testes de personalidade
(palográfico, htp, WISC e mais);
Psicanálise pelo Fórum do Campo Lacaniano - SP.
Como melhorar a comunicação com alguém com TPB (Borderline) 🧠💬
A comunicação em um relacionamento onde um dos parceiros tem o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige adaptações importantes.
Quando o medo do abandono, o splitting (pensamento 8-ou-80) e a sensibilidade a microexpressões tomam conta, frases comuns do dia a dia podem ser interpretadas como ameaças ao vínculo.
A boa notícia? A combinação de validação emocional, previsibilidade e clareza verbal tem o poder de prevenir crises interpessoais e construir um ambiente seguro para o casal.
No vídeo de hoje, compartilho 5 estratégias práticas para transformar a comunicação e proteger a relação sem perder a firmeza e o afeto.
👇 Qual dessas estratégias você sente que mais precisa aplicar no seu dia a dia? Se fez sentido para você, envia este vídeo para o seu parceiro(a) e salva para consultar sempre que precisar!
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A gente costuma associar o Transtorno de Personalidade Borderline a personagens femininas no cinema, mas a cultura pop está cheia de homens que retratam exatamente as dores do BPD: o medo do abandono, a instabilidade e o vazio existencial.
É claro que a ficção exagera para criar o drama da história. Mas, na vida real, esses sentimentos de medo, raiva e desregulação são muito reais — e, o mais importante, podem ser acolhidos e tratados na psicoterapia.
Você não é um vilão e nem precisa carregar esse peso sozinho.
💬 Se identificou com algum desses personagens? Comenta aqui embaixo e compartilha esse vídeo com quem precisa entender melhor esse assunto.
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Viver com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é lidar diariamente com uma estrutura emocional que exige muito esforço para ser manejada.
Esses 5 pontos representam desafios centrais no cotidiano de quem tem o diagnóstico:
1️⃣ Intensidade emocional: reações de alta voltagem diante de estímulos do dia a dia.
2️⃣ Medo do abandono: hipervigilância constante em relação à presença e ao afeto do outro.
3️⃣ Tuto ou nada (Splitting): oscilação entre a idealização e a desvalorização nas relações.
4️⃣ Vazio: sensação crônica de falta de contorno e instabilidade na própria identidade.
5️⃣ Impulsividade: comportamentos reativos na tentativa de estancar o desconforto psíquico.
O acompanhamento terapêutico é fundamental para construir repertório, dar nome ao afeto e estabelecer contorno para essa dor.
💬 Qual desses pontos é mais desafiador para você no dia a dia? Vamos conversar nos comentários.
📌 Salve este vídeo para consultar depois e envie para quem precisa entender melhor sobre o tema.
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O relato recente do Felca sobre fobia social trouxe à tona uma discussão urgente. E o timing não poderia ser mais simbólico: hoje, 20 de outubro, é o Dia Mundial do Combate ao Bullying.
A fobia social vai muito além de uma "timidez". Trata-se de um transtorno caracterizado pelo medo paralisante de ser julgado, humilhado ou rejeitado pelo outro.
Na clínica, vemos frequentemente como esse quadro se origina em marcas profundas da infância e adolescência — em especial, marcadas pelo bullying, exclusão e violência psíquica continuada.
• Como surge: experiências traumáticas de rejeição e humilhação reconfiguram a percepção do cérebro, fazendo-o enxergar o ambiente social como um lugar de constante perigo.
• Sintomas do cotidiano: taquicardia, tremores, sudorese e a evitação extrema de atividades triviais (atender chamadas, ir ao mercado, conversar com estranhos).
• Comorbidades: frequência alta de associação com ansiedade generalizada, depressão, síndrome do pânico e uso abusivo de substâncias como forma de automedicação.
• O caminho do tratamento: processo psicoterapêutico para ressignificar traumas, exposição gradual orientada para reeducar o cérebro, acompanhamento multidisciplinar e construção de rede de apoio.
O bullying não é brincadeira, não é "frescura" e não molda caráter: ele fere e pode comprometer permanentemente a saúde mental de alguém.
Se você passa ou já passou por isso: não é sua culpa. O acolhimento e a ajuda profissional existem para reescrever essa história.
💬 Como o conteúdo sobre fobia social ressoou em você? Vamos conversar nos comentários.
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Tristeza profunda ou ausência de si mesmo? Entenda o vazio no TPB. 🕳️🧠
O sentimento de vazio é uma das queixas mais frequentes na clínica, mas a forma como ele se consolida no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) difere significativamente do quadro depressivo clássico.
📌 Depressão x Vazio Borderline:
• Na Depressão: Predomina a anedonia (incapacidade de sentir prazer), a desaceleração, o peso do humor deprimido e a desesperança.
• No TPB (Difusão de Identidade): O vazio deriva da dificuldade estrutural de ancorar quem se é. Há uma incerteza profunda sobre valores, desejos, metas de longo prazo e uma sensação persistente de "desconexão de si".
⚠️ A busca por intensidade: Enquanto o depressivo tende ao isolamento por falta de energia, a pessoa com TPB frequentemente busca estímulos intensos (relacionamentos avassaladores, impulsividades, mudanças drásticas de rota) para tentar silenciar temporariamente a angústia da vacuidade.
🩺 A importância da intervenção adequada: O vazio do TPB não se resolve apenas com medicação para o humor. Ele exige um trabalho psicoterapêutico focado no fortalecimento do Eu, no desenvolvimento da tolerância ao afeto doloroso e na construção de um sentido de identidade estável.
Você já conhecia essa diferença? Me conta nos comentários, compartilhe este conteúdo e me siga para mais reflexões sobre psicologia e psicanálise! 👇
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